Bruno Fatumbi Torres

Cineasta, ator, ambientalista e produtor, Bruno Fatumbi Torres conquistou mais de 50 prêmios individuais em sua carreira.
Seus curtas metragens conquistaram juntos mais de 100 prêmios em festivais de cinema nacionais e internacionais, tendo também concorrido em notórios festivais internacionais, como por exemplo Huesca International Film Fest, Festival del Nuevo Cine Americano de Havana, International Film Festival of Valencia Cinema Jove, Festival internacional de curtas metragens de São Paulo, entre outros. No início de sua carreira como produtor e diretor, conquistou o prêmio SIGNIS OCIC, por seu trabalho de direção no curta O ÚLTIMO RAIO DE SOL.

Produziu o curta metragem MEU AMIGO NIETZSCHE, que além de ter recebido aproximadamente 50 prêmios no Brasil e no exterior, conquistou o prêmio de melhor curta pelo júri popular, e o prêmio especial “”Fernand Raynaud””, no Festival International Du Court Métrage à Clermont Ferrand (o festival de curtas metragens mais conceituado do mundo).

Em 2024, passou a integrar a Rede de Talentos da Projeto Paradiso, que reúne profissionais de destaque do audiovisual brasileiro.

Em 2022, lançou seu primeiro longa como diretor, A ESPERA DE LIZ, no circuito comercial. A produção foi aclamada pela crítica especializada e se tornou a primeira da história do cinema brasileiro a compensar todas as emissões de carbono da sua produção, com transparência e auditoria pública online.  Em 2023, o filme A ESPERA DE LIZ foi finalista do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro – a premiação mais importante do segmento no país – em quatro categorias, dentre elas Melhor Roteiro Original e Melhor Primeira Direção de Longa-Metragem.

Em setembro de 2022, recebeu como produtor o prêmio Audience Award do World Cinema Fund – Berlinale, pelo projeto A ONÇA.
O mesmo projeto foi premiado no 13º Brasil CineMundi com o Troféu Horizonte. Em 2023 o projeto foi selecionado para o MAFIZ, do Festival de Cinema de Málaga e em 2024 também selecionado para a Script Station, da Berlinale Talents. A ONÇA também foi selecionado para a Incubadora Paradiso – principal programa da Projeto Paradiso – fazendo com que Bruno Fatumbi Torres e o diretor do filme Emanuel Lavor obtivessem rigoroso treinamento durante todo ano de 2024, com consultorias diversas nacionais e internacionais.

Pelo sucesso de bilheteria SOMOS TÃO JOVENS, de Antônio Carlos da Fontoura, Bruno foi finalista na categoria de melhor ator coadjuvante no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro.
Foi finalista também no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro pelo curta O ÚLTIMO RAIO DE SOL, na categoria de melhor curta metragem brasileiro do ano.
Pelo longa metragem O HOMEM MAU DORME BEM, conquistou os prêmios de melhor ator coadjuvante no 42o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro e no XIV CINE-PE, dois festivais nacionais de grande prestígio.

Além dos já citados, trabalhou em mais de 45 filmes em funções distintas e foi ator em mais de 40 obras audiovisuais, entre curtas, longas, novelas e séries. Entre os filmes, os principais destaques estão ENTRANDO NUMA ROUBADA, de André Moraes, ENTRE IDAS E VINDAS, de José Eduardo Belmonte, SAL DE PRATA, de Carlos Gerbase, NO CORAÇÃO DOS DEUSES, de Geraldo Moraes, SAGRADO CORAÇÃO (prêmio de melhor ator no 45o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro), de Cauê Brandão, HEREDITÁRIO (prêmio de melhor ator no IV Curta Canoa), de Johil Carvalho e Sérgio Lacerda, OXIGÊNIO, de Pedro Zimmerman, e BIO – CONSTRUINDO UMA VIDA, de Carlos Gerbase.

Além de sua profícua relação com artFatumbitura, Bruno sempre esteve envolvido com trabalhos sociais e ambientais. Um de seus próximos filmes, TERRA DE CEGOS, será um épico de ficção que aborda o desmatamento na Amazônia, concentrando suas ações na atuação dos madeireiros ilegais. Para este filme, Bruno conta com o Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá  e a empresa de crédito de compensação de carbono Ecooar como apoiadores. Juntos, Bruno Torres, o Instituto Mamirauá e a Ecooar, farão uma ação de um replantio de 10.000 árvores nativas na Amazônia legal.

Em 2023, lançou como produtor e roteirista a série documental A SUSTENTÁVEL LEVEZA DO SER, para o Globoplay e o Canal Futura. E estreou em salas de cinema com os longas O HOMEM CORDIAL, de Iberê Carvalho e INFINITAS TERRAS, de Cauê Brandão.

Em 2025, filmou o longas metragem COLMEIA (em pós produção) no Brasil e no Deserto do Atacama – Chile. Uma coprodução entre sua produtora Fatumbi Films, a Quijote Films (Chile) e a Dezenove Som e Imagens.