Carol Minêm soma mais de 20 anos de trajetória no audiovisual.
Em 2026, lançou o longa-metragem (Des)controle. Dirigido em parceria com Rosane Svartman, produzido pela Migdal Filmes e protagonizado por Carolina Dieckmann, o filme aborda o alcoolismo feminino. A obra, sucesso de crítica e público, foi selecionada para o Festival Internacional de Havana e o Festival do Rio, além de brilhar no LABRFF Orlando 2026, onde conquistou os prêmios de Melhor Direção, Melhor Filme, Melhor Roteiro e Melhor Atriz.
Dirigiu o longa-metragem (Des)controle, em parceria com Rosane Svartman e produzido pela Migdal Filmes. Lançada no início de 2026, a obra, sucesso de crítica e público, foi selecionada para o Festival Internacional de Havana e o Festival do Rio, além de brilhar no LABRFF Orlando 2026, onde conquistou os prêmios de Melhor Direção, Melhor Filme, Melhor Roteiro e Melhor Atriz.
Dirigiu a minissérie Máscaras de Oxigênio (Não) Cairão Automaticamente, em parceria com Marcelo Gomes. Lançada em 2025, a produção conquistou reconhecimento nacional internacional, vencendo nas categorias de Melhor Série de Ficção e Melhor Série pelo Júri Jovem no Festival Internacional de Cinema de Valência, além de receber menções honrosas.
A obra também integrou o Berlinale Series Market no Festival de Berlim, foi eleita a Melhor Série de 2025 no prêmio Melhores do Ano, Prêmio APCA e Prêmio Grande Otelo, da Academia Brasileira de Cinema.
Co-dirigiu o longa-metragem Bruna Surfistinha 2, em parceria com Marcus Baldini, com lançamento previsto para 2027.
Para a Netflix, dirigiu a minissérie Todo Dia a Mesma Noite, em parceria com Julia Rezende, baseada na tragédia da boate Kiss. O projeto alcançou o posto de 6ª série de língua não inglesa mais assistida em 2023, além de liderar o Top 1 no Brasil e ser indicada ao Prêmio Platino de Melhor Série. Ainda na plataforma, assinou episódios da série B.O., com direção geral de Pedro Amorim. No Disney+, dirigiu episódios da série O Rei da TV, que narra a trajetória de Silvio Santos.
Sua experiência inclui passagens como diretora assistente na série Coisa Mais Linda (Netflix) e no longa-metragem Derrapada, premiado nos festivais de Indy e Liverpool. Iniciou sua trajetória no audiovisual em 2004, acumulando experiência em mais de 40 projetos entre longas, curtas-metragens e séries. Colaborou com cineastas renomados como Hector Babenco, Beto Brant, Laís Bodanzky, Cao Hamburger e Walter Carvalho, atuando em departamentos diversos, como produção e câmera, consolidando-se principalmente na assistência de direção. Trabalhou também em projetos internacionais durante o período em que residiu na Irlanda, no final da década de 2000.
Aos 18 anos, realizou uma série de ensaios fotográficos em penitenciárias paulistas para o livro Cela Forte Mulher (2003, Ed. Labortexto).